O jogo metódico, de transições rápidas, simples e calculista defronta a creatividade e mobilidade. A Espanha é sem dúvida a equipa que faz o futebol mais bonito. Será o cartão de visita perfeito para o desporto rei, mas a Alemanha, mantendo o seu estilo de jogo, arrisca-se a ganhar.
Joachim Loew, com as suas camisolas de gola alta e blazer, mostra as melhores qualidades de um seleccionador nacional: cria um grupo e potência jogadores, muitas das vezes medianos. A estas junta a capacidade táctica, criando uma equipa que aparenta saber como se posicionar e o que fazer a cada momento da partida. Del Bosque herdou uma equipa criada por Aragonés, com meninos que jogam o melhor futebol do momento: móvel, de toque curto e rápido, dependente de um meio campo de constantes trocas de posicionamento capaz de desmobilizar qualquer defesa ou servir de golos de bandeja a um Villa voraz.
A táctica, contra o salero, a disciplina contra a mobilidade. Sem dúvida é um grande jogo, que promete ficar na memória.
O Joachim Löw é pedófilo.
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